O conflito é o que move a dramaturgia da vida real, sem ele não teríamos o sorriso pela conquista, o coração não pulsaria tanto e de forma tão prazerosa nas vitórias, porque simplesmente não haveria derrotas.
Para que se tenha um conflito não precisa de guerras, de competição e muito menos de trapaça, basta haver descobertas, perguntas e emoção. Sem conflito seríamos previsíveis, adestrados pela falsa escolha e tão sem sabor quanto o vazio no estômago.
O excesso gera stress, afeta a sanidade com o corante incolor da raiva, que despercebido nos faz menos humanos e mais pedras. Também do exagero vêm lágrimas, doenças e medos que nos aprisionam em quartos escuros sem ventilação, que impede os nossos pensamentos de respirar.
Por isso uma maneira de colocá-lo em nossa vida na medida certa, seria através de doses homeopáticas, com um acréscimo salino quando o marasmo nos chatear. Esse é o segredo para o conflito não nos derrubar de escadas abaixo, de tirar as ferpas que o destino coloca para cairmos em sono profundo.
Lembre-se no final a decisão é sempre SUA.
Por isso uma maneira de colocá-lo em nossa vida na medida certa, seria através de doses homeopáticas, com um acréscimo salino quando o marasmo nos chatear. Esse é o segredo para o conflito não nos derrubar de escadas abaixo, de tirar as ferpas que o destino coloca para cairmos em sono profundo.
E assim do ardiloso conflito em viver é que nasce as boas histórias, não o aborte por uma vida regada a comerciais de margarina, o disponha para que seu futuro seja tão autêntico quanto o reflexo interno de sua alma.



