Por João José Alencar
A música acaricia a alma. As letras em vozes doces tocam o seu mais profundo Eu e massageiam o seu ego com a poesia que é perfeita em sua melodia e combinações de rimas. O verbo se conjuga ao som de instrumentos, que esboçam sons únicos e que se complementam, dando origem a novos sons, criando sincronias belas ao ponto de parecerem perfeitas.
A música acaricia a alma. As letras em vozes doces tocam o seu mais profundo Eu e massageiam o seu ego com a poesia que é perfeita em sua melodia e combinações de rimas. O verbo se conjuga ao som de instrumentos, que esboçam sons únicos e que se complementam, dando origem a novos sons, criando sincronias belas ao ponto de parecerem perfeitas.
A música distrai, relaxa, provoca, estimula e desperta. Dentre todas as suas possibilidades se faz triste ou alegre, se enquadra em ritmos para se inserir em gostos e ter diferentes públicos, mas que entre todos se caracterizam por ser uma fala coreografada, seja por ruídos animais, afinações e agudos boquiabertos, ou denúncias em versos.
No final da noite, no começo da manhã ou no meio da tarde escolha sua trilha sonora e viaje pelos detalhes que uma palavra seca não propiciaria, mas que quando cantada provoca reações de todos os tipos, conforme a audição de cada ouvinte e em que sintonia encontra seus sentimentos.

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