Quero me envolver em abraços noturnos ao som de Metálica.
Ver uma gota de chuva percorrer entre os meus dedos,
e findar-se na terra seca,
dissolvendo-se em cheiro de vida.
Preciso pular de paraquedas de abismos da alma,
e sentir o gosto da adrenalina de se libertar de correntes sociais.
Desejo que a cada segundo perdido,
me encontre em minutos perfeitos.
Suplico que a cada arrepio de carência,
purifique-me com sorrisos ingênuos.
Entendo conspirações contra o meu intelecto,
mas desafio a superar minha criatividade,
em ignorar serpentes do Éden.
De tudo isso o que escrevi,
julgo ser um espelho caricato,
de palavras provocados por delírios cafeinados,
e transportam para uma combinação de versos,
que descreva o abstrato modo de agir,
de um pequeno risco da minha personalidade,
no qual faz morada no porão de meu espírito.
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