Por João José Alencar
O álcool se torna uma boa companhia quando apenas a solidão restou. A fome se torna contínua quando saciá-la é o único prazer que sobrou. O sexo se torna incessante quando o amor se torna desilusão. A fé se torna burocrática quando a esperança morre. O homem se torna fraco quando suas forças fogem. A amargura se torna frequente quando o perdão vira sinônimo de hipocrisia.
E quando certas coisas viram excesso, os sentimentos ruins dominam territórios e necessidades se tornam obrigatórias. Nesse momento, existe apenas dois seres capazes de reverter tal situação, DEUS que está presente e disponível a todo momento e o seu EU INTERIOR que é o único capaz de ressurgir das cinzas e mostrar que o destino não está escrito nas palmas da sua mão, mas sim nas suas ações, atitudes e superação, diárias.
Somente uma boa dose de ousadia e um nariz empinado para as inconsequências da vida é capaz de nos manter sóbrios para agir e nos curar de ressacas contínuas.

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